Nesse exato momento Carol acordou do estado de transe, conseguiu se soltar dos braços de Rosenberg e começou a correr, mas depois de tudo que ele tinha feito para trazê-la até aqui Franco não desistiria dela tão facilmente. Então num piscar de olhos Franco posse à frente de Carol, segurou os dois braços dela, e curvou o seu corpo lentamente. Ela gritava, chorava, pedindo para que ele não fizesse o que estava pensando em fazer. Porém este com a voz ríspida, mas ainda doce, falou: "Carol, você verá que depois que você for transformada tudo ficará bem. Você nasceu para ser vampira, sua descendência é vampírica. E seria um desperdício deixá-la dessa forma, tão humana e frágil." Então num gesto gentil e ligeiro ele beijou seu pescoço e a mordeu. Carol desesperada gritou por ajuda a plenos pulmões, mas ninguém a socorreu.
Rosenberg depois de mordê-la, a deitou na grama e beijou sua mão, passando levemente a outra mão pela cabeça dela. Carol estava se debatendo contra a grama, como se estivesse sendo possuída. Meu Deus, eu não podia ficar mais ali. Então saí da árvore a qual estava escondida e dei leves passos para trás, para que ele não escutasse. Mas ele ouviu e rapidamente veio até a mim. Agora ele estava sério, seu rosto tão receptivo antes estava gélido e eu estava morrendo de medo do que iria acontecer em seguida. "Você viu tudo não foi?" - falou Rosenberg. Eu disse que não, mas pela expressão do rosto parece que ele sabia que eu estava mentindo. Eu pedi mil desculpas, e prometi a ele que se me deixasse ir embora, ele nunca mais iria me ver de novo. Ele achou a minha proposta interessante, mas não o bastante para me deixar ir embora.
Então ele me pegou pelo braço e cheirou meu pescoço, sente um terrível desejo percorrer pelo meu corpo e tomar conta de mim, uma vontade louca de pertencer apenas a ele. Meus lábios se abriram levemente, meu coração batia cada vez mais forte e eu estava disposta a tudo para ter aquele homem. Aproximei-me do seu rosto, mirei nos seus olhos negros e me perdi. Eu não sentia vontade de correr, me esconder, de mais nada a não ser de ficar ali perto dele. Mas de repente, passou pela minha cabeça tudo o que ele tinha feito com Carol e eu sabia que se não fugisse poderia acabar como vampira ou pior, morta. Então escapei dos braços de Rosenberg e comecei a correr, pedindo para que ele me deixasse em paz. Entretanto dessa vez, sem dó nem piedade, ele me pegou pelo braço e mordeu o meu pulso.
2 comentários:
Wôow , como queria estar no lugar da Carol ! kkk
Eu tbmmm *---*
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