domingo, 29 de maio de 2011

Desejos Impuros - Parte 17 - Simples e Efêmero

E Finalmente chegou a semana do trabalho e do debate. Eu estava super animada para não dizer ao contrário. Levantei da cama, me arrumei prontamente e fui para o colégio. Antes que eu pudesse subir as escadas que davam para as salas de aula, dei uma passadinha no banheiro para passar gloss, e falar com a funcionária que limpa os banheiros, ela sempre foi muito simpática comigo. Finalmente chegando à sala pude ver Isabela, Bianca, Ísis... E claro Thalita e Carol, esta mesmo depois do longo final de semana que havia se passado, ainda parecia estar com raiva de mim, mas por que será? Desviando o meu olhar do dela, fui cumprimentar as meninas que estavam bem animadas nessa manhã, afinal tínhamos um trabalho de sociologia para apresentar. Embora a minha autoestima estivesse lá em baixo era preciso pensar positivo.

Então foi passando as aulas e eu olhando as falas, revisando o assunto e por fim fazendo uma apresentação brilhante. Todos gostaram inclusive o professor. Eu já havia sido alertada sobre o modo como apresentaria, e lá no fundo eu estava torcendo para que as coisas realmente dessem certo. A pior coisa que pode acontecer com você no momento pré-apresentação são as exigências: Não fale muito, seja mais objetiva, envolva seu público, não brinque tanto, apresente séria. Aquelas exigências haviam feito tanto a minha cabeça que eu já estava querendo sair do grupo e tomar zero. Graças a deus deu tudo certo.

Agora falando sobre Rosenberg e o debate, eu estava tranquila em relação a isso. Afinal, eu não falaria nada até porque eu preferia ver os outros no debate a mim me apresentando. Porém eu sabia que mais dia ou menos dia eu teria que falar alguma coisa no debate, espero que quando isso ocorra eu não possa ir para o colégio. Enfim bateu o intervalo e todos saíram da sala. Era Segunda-feira, Rosenberg não estava no colégio, então eu já podia tirar o meu cavalinho da chuva.

Fui à cantina, comprei um suco e me dirige para os fundos do colégio, onde pude passar o intervalo tranquilamente ouvindo música e pensando nele. "Poxa... Como eu queria saber o que ele estava fazendo agora", falei para mim mesma lembrando do momento em que passamos juntos. Não levou nem 40, nem 30, nem 25 minutos, mas foi o bastante para ser eterno. O seu olhar, o seu sorriso, a sua gentileza. Como eu queria que aquele momento se repetisse ter Rosenberg tão gentil perto de mim era algo tão raro, efêmero. Mas que com certeza eu esperaria o tempo que fosse necessário para acontecer de novo.

5 comentários:

Amanda Lemos disse...

Gostei bastante do Blog.
Muito interessante !

É bom ver a cada dia que passa mais originalidade nessa "blogosfera". :)

Deixo o meu aqui caso queira dar uma olhada, seguir..;
http://bolgdoano.blogspot.com/

Muito Obrigada, desde já !

Anônimo disse...

oi eu adorei o seu livro .
quando você vai postar mais capítulos?

# Lαurα Fernαɳdez. c੭ disse...

Caro leitor,

Como estou em época de férias,
fica difícil ficar entrando e postando com frequência aqui no blog.
Mas fique tranquilo que em breve estarei postando o capítulo 20 - Fria manhã.

Agradeço o carinho,
Atenciosamente.
Laura Fernandez

carol rezende disse...

Muito lindo seu blog, parabéns *-*

# Lαurα Fernαɳdez. c੭ disse...

Obrigadaaaa floor *u*